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Para que as crianças tenham uma melhor saúde, é necessário que coman o suficiente e que a sua alimentação seja rica em hidratos de carbono, contenha um terço de gorduras e que o resto seja coberto por proteínas. Além disso, é importante que a criança pratique alguma atividade física todos os dias, se é possível.

A comida da criança não deve ser um prêmio, nem um castigo, e tampouco deve ser um desabafo às suas tensões ou ansiedades. A comida deve ter seu lugar, sua hora, e seu controle na infância, para evitar transtornos alimentícios, como a obesidade, a bulimia ou anorexia, na adolescencia e na idade adulta.

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Vários autores, estudiosos do processo de aquisição da leitura e da escrita, concordam que ele se inicia muito antes do que geralmente se imagina, quando a criança, mesmo sem frequentar a escola, começa a tomar contato com materiais escritos, em casa, na rua, ou em qualquer lugar onde se encontre. 
Entre esses pesquisadores, uma autora argentina e também psicopedagoga chamada Emília Ferreiro contribuiu bastante para o entendimento de como ocorre o processo de aprendizagem da linguagem escrita. Segundo afirma, a criança pensa sobre a escrita, formulando hipóteses sobre ela, como maneira de compreender o que significa. 
Essas hipóteses acontecem em todas as crianças e vão evoluindo desde a fase pré-silábica, na qual ainda não há intenção de representar através da escrita os aspectos sonoros da fala, até chegar ao padrão alfabético, que é aquele no qual a criança associa sons falados a letras escritas.

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Na era moderna, é comum vermos crianças sendo levadas a exercerem papéis e hábitos que nem seu corpo nem sua mente estão preparados. Outro dia em uma emissora de televisão foi exibida uma reportagem sobre o beijo, mostrando que crianças a partir dos 5 anos já iniciam o primeiro beijo na boca. É claro que nessa idade sequer elas compreendem o significado do beijo, mas essa realidade gera preocupação. Até que ponto, reportagens como essa ajudam a criança? O beijo é o início de uma relação sexual. Quando se trata de descobertas da criança, deve-se levar com naturalidade, mas aconselhá-las.

 

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Andar de bicicleta pelo bairro, subir em árvore, jogar bola e brincar de bonecas. Foram essas coisas que ocuparam a minha infância. Ah! Tinha o vídeo game também, mas não era minha diversão preferida.Eu não tinha computador em casa, mas gostava de escrever na máquina de datilografia, e não podia errar porque senão tinha que jogar fora a folha e começar de novo. 
Aos cinco anos provavelmente ainda não sabia direito o que era celular. Lembro de ter tido um aparelho de brinquedo, daqueles grandes. O orelhão ainda era de ficha. H
oje, e nem faz tanto tempo assim, é cada vez mais comum crianças pequenas com celulares, mp3, conversando pelo MSN e pelo Orkut. E é sobre esse comportamento infantil adequado às novas tecnologias que a revista Veja dessa semana traz uma reportagem, cujo título é “Tudo ao mesmo tempo – e agora”.

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A adolescência é um período complicado para pais e filhos. As relações ficam mais difíceis, as preocupações aumentam e é preciso administrar com calma essa fase cheia de experiências novas para os jovens. Para evitar o distanciamento, duas especialistas listam dez erros comuns, cometidos pelos pais, em relação aos adolescentes.

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